Trabalhar duro é garantia de sucesso e alta produtividade?
Na Alemanha, muitas empresas instituíram uma semana de apenas 28,8 horas de trabalho, proporcionando mais tempo livre aos funcionários para o estudo, para atividades de laser com a família e entretenimento. E viram sua produtividade crescer nada menos que 20%. No Japão a carga de trabalho é muito pesada. E segundo pesquisa da International Stress Management Association, o Japão é hoje o país mais estressado do mundo, onde 70% dos profissionais sofrem de estresse do tipo "burnout" e não conseguem mais produzir como antes. O Brasil é o segundo colocado na pesquisa, com 30% dos seus profissionais estressados demais.
Com a evolução da concorrência em todos os segmentos de mercado, cada vez mais empresas percebem a necessidade de trabalhar com pessoas mais criativas, inovadoras, empreendedoras, capazes de tomar boas decisões, trabalhar em equipe e mobilizar pessoas para resultados consistentes, porque PRECISAMOS SER MAIS PRODUTIVOS. E cada vez mais empresas percebem que não encontram facilmente pessoas com estas qualidades desenvolvidas. E com certeza não encontram estas qualidades em profissionais estressados.
A revista Você S/A publicou uma pesquisa do Isma-BR que revela a incidência dos seguintes problemas nas empresas: 86% dos profissionais sofrem de Dores Musculares, 69% de Cansaço, 63% de Ansiedade, 61% de Angústia, 53% de Irritação, 48% de Depressão, 35% de Insônia e 23% de Distúrbios Gástricos. Não parece nada bom para a produtividade empresarial.
Muitas empresas recorrem a programas de Qualidade de Vida, Ginástica Laboral, Massagens e outras atividades que possam ajudar os profissionais a relaxar e a "desestressar".
Mas o que estressa os profissionais? É somente a carga pesada de trabalho?
O consultor Roger Herman, um dos maiores especialistas em Retenção de Talentos nas empresas, afirma que uma das coisas que mais causa depressão, frustração e desânimo aos profissionais é um ambiente empresarial restritivo ao crescimento pessoal, seja intelectual ou emocional. E Roger Herman afirma também que uma pessoa somente alcança o seu máximo potencial produtivo, envolvendo criatividade, iniciativa e as outras qualidades já citadas quando está satisfazendo suas necessidades de auto-estima e auto-realização. Ou seja, sente-se bem consigo mesma e consegue visualizar a importância e o valor de seu trabalho como sendo algo especial, testando seus limites e expandindo seus horizontes. E é exatamente aí que a Educação e o Entretenimento exercem um impacto profundo na produtividade empresarial. A Educação nutre a necessidade de evoluir do ser humano e o Entretenimento nutre a necessidade emocional de sentir-se bem consigo mesmo, tornando o ambiente de trabalho mais leve e favorável ao comportamento empreendedor responsável e a criatividade produtiva.
Para a Doutora Alice Flaherty, da Harvard Medical School, "estar motivado é mais importante para a criatividade do que a medida do seu QI". E a combinação de Educação e Entretenimento é uma ferramenta poderosa para gerar motivação. Só no Brasil, estima-se que o mercado anual de palestras motivacionais seja de aproximadamente 800 milhões de Reais. E aí destacam-se aquelas capazes de combinar conteúdo de qualidade e entretenimento, educando, ao mesmo tempo em que divertem, emocionam e tocam o coração das pessoas. São conhecidas como PALESTRAS-SHOWS e muitas vezes fica difícil separar o consultor do artista durante uma apresentação.
A mais recente novidade é a PALESTRA-SHOW-MUSICAL, que faz parte do MOTIVAMUSIC, um projeto que também inclui o Festival de Música Motivacional e Coral Motivacional para Empresas. A palestra-show-musical é uma apresentação que combina conhecimento de aplicação prática imediata com músicas executadas ao vivo, cuidadosamente selecionadas e compostas para reforçar o aprendizado. Uma das primeiras deste tipo de palestra-show-musical foi a "SUCESSO TÁ NA MÃO", uma adaptação de uma palestra-show já testada e aprovada por milhares de pessoas nos últimos anos.
Através do uso correto da Educação e do Entretenimento, podemos contribuir para a formação de seres humanos mais competentes, criativos e felizes, capazes de alcançar altos níveis de produtividade e qualidade. Desenvolvendo a inteligência racional e emocional das pessoas, estabelecemos um compromisso com a evolução cultural das empresas e da sociedade como um todo.
Fábio Marques





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